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Posso associar lipoaspiração com abdominoplastia?

Associar duas técnicas consagradas, a lipoaspiração e a dermolipectomia abdominal (plástica do abdômen) deixa o corpo com um contorno mais harmônico. Porém não é possível retirar toda a gordura do abdômen, devendo se preservar uma camada de gordura próxima a pele, com intuito de evitar retrações e irregularidades e de manter a vitalidade da mesma. O volume máximo a ser aspirado de acordo com normas estabelecidas pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica é de até 7% do peso corporal do paciente.

Não se deve esperar milagres. Sendo uma cirurgia plástica que retira determinada uma quantidade de pele e de gordura, evidentemente haverá uma redução no peso corporal, que varia de acordo com o volume do abdômen de cada paciente. Não são, entretanto, os “quilos” retirados que definirão o resultado estético, mas sim as proporções entre as diferentes regiões corporais.

Não está indicada no tratamento da obesidade, sua utilidade é na redução de medidas e na modelagem do corpo. A perda de peso, apesar de não ser o objetivo da lipoaspiração é uma consequência secundária e variável.

É importante salientar que, de acordo com o Conselho Federal de Medicina, a lipoaspiração deve sempre ser realizada por cirurgiões plásticos habilitados (verifique se o seu cirurgião plástico tem título de especialista emitido pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, no site www.cirurgiaplastica.org.br), não devendo ser realizadas em consultórios e sim em hospitais devidamente equipados para intervir em qualquer intercorrência que por ventura venha a ocorrer.

Quando realizada por cirurgião plástico habilitado, em hospitais equipados e em pacientes saudáveis, este é um procedimento seguro com índice de complicações muito baixo.

É recomendado que se pare o uso de anticoncepcional ou reposição hormonal, pelo menos 10 dias antes da realização da cirurgia. Porém seu uso não impede que se realize o procedimento cirúrgico. O anticoncepcional é um dos fatores responsáveis pelo desenvolvimento dos fenômenos tromboembólicos (trombose e embolia) e a suspensão do seu uso diminui significativamente a ocorrência de tais problemas.

O cigarro é um dos principais responsáveis pelo aparecimento de complicações cirúrgicas, acarretando problemas tanto durante a cirurgia plástica, quanto no pós-operatório. Dentre estas complicações, podemos citar pneumonia, trombose, embolia, necrose de pele, deficiência da cicatrização, abertura de pontos.

A suspensão do cigarro, para que diminua significativamente a chance destas complicações deve ser feita com 30 dias de antecedência. O ideal que que a paciente não fume até o 30º dia de pós-operatório, pois neste período o fumo aumenta bastante a chance de queloides e cicatrizes hipertróficas.

Cintas especiais são úteis no pós-operatório. A cinta deve ser justa, porém confortável. O ideal é a paciente experimentar a cinta antes de comprá-la, o tamanho ideal é aquele que fique confortável na paciente antes da cirurgia plástica. A cinta deve cobrir toda área operada. O uso da cinta é recomendado pelo período médio de trinta dias. Uma cinta muito apertada além de causar mais dor e desconforto, pode causar feridas, principalmente nos “flancos” além de aumentarem a possibilidade de necrose de pele.

Clínica de Cirurgia Plástica em São Paulo
Cirurgião Plástico Dr. Fabio Cesconetto | CRM 77757
(11) 94545.4212 | (11) 3253.7831 | (11) 3288.4744
Segunda a Sexta 12 às 21 horas
Alameda Santos, 211 Cj. 1611 | Jardim Paulista | SP
(Paralela Av. Paulista | Próximo Estação de Metrô Brigadeiro)

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