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Do que é feito o silicone usado nas próteses?

É essencial destacar que o silicone usado nas próteses é diferente daquele usado na indústria. Por esse motivo, ele não apresenta nenhum nível de toxicidade. Assim, quando uma mulher coloca uma prótese de silicone certificada pela Anvisa, ela pode ter a certeza de que ele não fará nenhum mal ao corpo e nenhuma substância vai se espalhar pelo organismo.

Trata-se de um material que tem propriedades elásticas. Ou seja, ele se estende (estica), pode ser levemente contraído (apertado) ou distorcido. Depois ele recupera sua forma original. É por isso que, se você pega uma prótese de silicone nas mãos, você pode apertá-la, balançá-la, dobrá-la. Mesmo depois de fazer tudo isso, ela voltará ao formato inicial.

Os implantes são preenchidos com gel de silicone de alta coesividade. Assim, ele se torna mais aderente, compacto, não se espalha. Por essa razão, o gel de silicone tem essa característica gelatinosa mais firme. Quando tocado, ele é praticamente tão macio quanto uma mama natural. Porém, ele é quase sólido, o que impede completamente o vazamento em caso de ruptura da prótese.

Os implantes de superfície lisa foram os primeiros a serem comercializados. Embora eles tenham sido usados por muito tempo, hoje em dia é muito mais comum os cirurgiões plásticos optarem pelas outras alternativas. Além disso, o implante liso se move mais facilmente. Isso faz com que ele esteja mais sujeito a se deslocar, apresentar ondulações perceptíveis com a palpação das mamas e causar flacidez.

Os fabricantes se empenharam para desenvolver novas tecnologias e tornar os implantes mais aderentes ao organismo, solucionando esse problema. Então, conseguiram fabricar as próteses de silicone com superfície texturizada. Elas são levemente ásperas ao toque, com uma granulação bem fininha. Assim, a textura facilita a aderência do implante ao tecido mamário do organismo e evita reações de rejeição.

Mesmo depois da prótese texturizada, os fabricantes continuaram investindo em outras tecnologias. Eles conseguiram fabricar próteses de silicone revestidas com uma fina camada de espuma de poliuretano, que funciona como uma espécie de velcro e consegue uma grande aderência ao tecido mamário. Apesar de garantirem uma porcentagem muito baixa de rejeição, essas próteses têm também algumas desvantagens. A manipulação é um pouco mais difícil e exige uma incisão maior. O risco de que dobras nas bordas do implante fiquem evidentes, especialmente quando a paciente é mais magra.

Para aprovar uma marca de próteses de silicone, a Anvisa atua em parceria com o Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia). Por isso, essa instituição faz vários testes antes de atribuir um selo de qualidade às próteses.

Antes de aprovar uma prótese, o Inmetro analisa a resistência da prótese; materiais usados e a ausência de substâncias tóxicas. Assim, sempre que você vê uma prótese de silicone com o selo de aprovação da Anvisa, isso significa que ela passou por todos os testes. Portanto, sinta-se segura e saiba que tem em mãos um produto de excelente qualidade.

Clínica de Cirurgia Plástica em São Paulo
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