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Embora a maioria das mulheres recorra à cirurgia plástica de aumento mamário, há muitas mulheres que reduzem o volume das mamas por razões de saúde e até psicológicas.

A gigantomastia é definida como hipertrofia mamária gigante, que é ocasionada pelo desenvolvimento excessivo do volume das mamas. Esse distúrbio pode ocorrer em qualquer idade. Essa característica física pode causar um constrangimento e mudanças no estilo de vida, principalmente quando o problema surge durante adolescência.

As causas podem estar ligadas a obesidade, distúrbio glandulares, diabetes, hereditariedade, gravidez e menopausa. A correção de gigantomastia, através da mamoplastia redutora, é a melhor opção para reverter esse quadro com sucesso e voltar a ter uma qualidade de vida saudável.

A mulher procura reduzir o tamanho mamário por razões de ordem física, estética e psicológica. Mama de grande volume contribui para a sintomas diversos, do foro osteoarticular, cutâneo e neurológico: dor na coluna, pele avermelhada e por vezes infeção, alça do sutiã muito vincada na pele. A limitação na prática de exercício físico, constrangimento social e dificuldade na escolha de peças de roupas são outros aspetos descritos por estas pacientes.

O tamanho e a forma da mama, bem como a magnitude da redução que a paciente deseja são fatores essenciais, que ajudam o cirurgião plástico a determinar qual a técnica que melhor se adequa a cada paciente.

Outra opção cada vez mais comum é a lipoaspiração na região das mamas. Mas todos estes aspetos são muito individuais e cada caso é detalhadamente discutido entre a paciente e o cirurgião plástico.

O processo cicatricial ocorre segundo etapas bem definidas e conhecidas. Contudo, existe um conjunto de fatores e características que podem interferir na cicatrização. Assim, é importante que não fume pois o tabaco interfere com a cicatrização.

É perfeitamente normal que a mobilidade esteja limitada nos membros superiores (braços), mas forma nenhuma a paciente está impedida de andar. Estar em permanente repouso no leito não é de todo aconselhado.

O mais importante é o cuidado na mobilização dos braços: o cotovelo não pode ultrapassar a altura do ombro.

Cirurgião Plástico Dr. Fabio Cesconetto | CRM 77757
Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica
Registro de Qualificação de Especialista | RQE 16670

Clínica de Cirurgia Plástica em São Paulo
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